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Entenda tudo sobre a obrigatoriedade da Placa Mercosul




A placa padrão Mercosul, prevista na resolução nº. 780 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), entrou em vigor no dia 31 de janeiro no território nacional. Entretanto, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) prorrogou a obrigatoriedade em cinco estados: Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, Sergipe e Alagoas. Eles devem se adequar à nova regra de emplacamento até 17 de fevereiro.


Mas você sabia que nem todos precisam trocar para a nova Placa de Identificação Veicular (PIV)? O grupo obrigatório compõe os veículos novos, com mudança de cidade ou unidade federativa no registro, em casos de furto ou danos na placa antiga. O primeiro emplacamento do carro novo deve ser feito em 15 dias pelo motorista.


O custo da nova placa, de acordo com a sugestão do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran – SP), é de R$ 138,24 para carros e de R$ 114,86 para motos. Mas as empresas podem cobrar outros preços. A expectativa é que até 2023 todos os automóveis devem se adequar ao novo emplacamento.



O que muda?


O código alfanumérico das placas muda com o padrão Mercosul, o que resulta em mais de 450 mil combinações. Os sete caracteres nas placas brasileiras serão mantidos, mas ao invés de 3 letras e 4 números agora são 4 letras e 3 números. Para automóveis, a sequência será: letra, letra, letra, número, letra, número, número. Já para motos, a nova placa será: letra, letra, letra, número, número, letra, número.


A troca da antiga para nova placa do veículo compõe a substituição do número para a letra. Por exemplo, caso o segundo número do carro ou terceiro da moto for 0, a letra será A. E, assim, consecutivamente: 1 muda para B, 2 muda para C, 3 muda para D, 4 muda para E, 5 muda para F, 6 muda para G, 7 muda para H, 8 muda para I e 9 muda para J. Ou seja, uma placa ABC 1234 mudaria para ABC 1C34.


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